segunda-feira, 30 de junho de 2008

Juiz decreta invalidade das leis da física

E na sessão: Notícias que eu não acredito que esteja lendo! Achei uma pérola das boas. A de um juiz inglês que num julgamente decretou que dentro do Tribunal não existe lei da física, o que vale é a lei do local".

Veja:

Tudo começou com uma multa de £100 por excesso de velocidade, em Sheffield, na Inglaterra. O marido da motorista é físico e trabalha no Instituto de Pesquisas em Materiais e Engenharia da Sheffield Hallam University, e já foi premiado pelos trabalhos em padrões de medição de aparelhos. O físico apelou à Corte, alegando que a câmera esta sendo usada fora das especificações e instruções do manual. Não só o apelo foi recusado como a multa passou para £15.000. O porta-voz da Corte disse que o físico, que defendia legalmente a esposa, estava usando as leis da física:

“O juiz determinou que o que vale em multas de excesso de velocidade é a lei do local e não as leis da Física”, disse o porta-voz. Continuando com a pérola: “Da próxima vez, espero que ele esqueça a Física da sala de aula e deixe as câmeras realizarem seu trabalho de controle de velocidade”.


Notícia retirada do Yorkshire Post.

Seria interessante saber o que a Câmara dos Lordes teria a dizer a respeito da invalidade jurídica do trabalho de Sir Isaac Newton.
Me surpreende também a autoridade conseguir ficar em algum lugar, sem as leis da física. Imagina um tribunal sem gravidade? A galera toda voando, policiais flutuando, fazendo peixinho...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Não coma Bob's Burguer

Fui comer no Bob's. A tempos não ia lá, mas passando pela porta, não resisti: 'BOB'S BURGUER R$ 1,99'. A primeira coisa que a gente pensa quando chega no Bob's é "Por quê eu não estou no Macdonald's mesmo?". Antes que pensem que eu tenho algo contra o Bob's, eu já exclareço: não tenho. Pelo contrário, prefiro até o sanduíche do Bob's ao do Macdonald's. Mas se eu elogiar o Bob's, perde a graça do relato. Então vamos lá...
Você chega no Macdonald's, o pessoal está sempre arrumado, com a camisa passada, limpinha... no Bob's não. No Bob's a pessoa tem uma eterna cara de que sofre, de que trabalha forçado, de que terminou o namoro, de que saiu de casa... e pior, no Bob's o povo sua. E o povo não sua pouco, o povo sua muito. Com direito a suor escorrendo pelo boné e 'pizza' embaixo do braço.
Eu gosto do Macdonald's porque ele me poupa de pensar. É mais ou menos assim:
- Boa tarde senhor!
- Ah! Opa, boa tarde.
- É um número 1, com batata grande e um sundae pra sobremesa?
Meu amigo, mesmo se não for você vai dizer que é. Primeiro porque você mal sabia o que começar a pedir, e a moça já estava antenada com a sobremesa. E não sei por quê, a pessoa que te atende no Bob's é meio mal educada. Ela não escuta o que você tem a dizer, ela te interrompe sem o menor pudor e ainda te olha de cara feia.
- Pois não.
- Ah, Oi! Eu queria um big bob, uma bata...
- BIG BOB VIAJANDO!!!
- Quê mais?
Enfim, comecei tudo isso pra falar do tal sanduíche de R$ 1,99 e já to me perdendo no assunto.
Perguntei pra moça:
- É... dá licença, o que tem nesse sanduíche de R$ 1,99?
- Pão, carne, alface, tomate e o molho.
Pensei eu que não podia ser ruim, afinal, carne, pão, tomate e molho tinha em todos os outros sanduíches. Ao todo comprei 7 e estranhei ao abrir o saco e constatar que tinham 8.
Fui com sede ao pote, dei a primeira mordida e de primeira me arrependi. O molho era verde, com um caldo verde e umas coisas ( desculpa escrever coisas, já me disseram que coisa lembra cocô ) também verdes. Fui no site do Bob's e descobri que o nome do molho era sauceé.
Nosso amigo Google me ensinou a fazer molho sauceé: 20g de cebola, vinagre, vinho branco, 3 gemas de ovo e estragão. Agora creio que você deve estar pensando "Estragão?". É isso mesmo, estragão. Com a ajuda do Google, descobri que estragão é uma das coisas que se usa pra fazer picles em conserva. Vejam a minha ingenuidade: uma coisa custa R$ 1,99 e um dos ingredientes se chama estragão. Isso podia fazer bem alguém?
Pior, o molho não só se contenta em ser ruim, como ele vai possuindo o seu corpo. O cheiro vai se impregnando, vai se fixando, vai se acoplando no seu corpo, de modo que, quando você acaba de comer o primeiro, você inteiro fica cheirando a estragão.
Por fim, escrevi isso tudo só pra pedir pra você deixar de ser mão-de-vaca, porque no fim não compensa, aceita o título e siga o conselho que eu vou escrevinhar: Não coma Bob's Burguer.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Pra quê a gente fala - oi?

Vim andando pela rua hoje, encontrei uma pessoa conhecida e como de costume fiz um gesto com a cabeça e disse:
oi.
Ela respondeu:
oi.
E cada um seguiu seu rumo. E é isso que me traz aqui, que me faz fazer essa pergunta: Por quê a gente fala oi?
Antes que me crucifiquem e comecem a duvidar que meu Qi é acima de 5, eu explico. Não estou falando do 'oi' que precede o 'tudo bem?' e o desenrolar do diálogo. Estou falando daquele 'oi' que a gente fala quando encontra alguém na rua - geralmente a gente usa esse 'oi' solitário com os semi-conhecidos. Aliás, eu tenho um certo pânico de semi-conhecidos, mas isso é assunto pra outro dia...
Perguntei a uma amiga o por que da gente falar esse oi, e ela disse: - Ora, é um cumprimento. E eu expliquei que não era o 'oi' que precedia qualquer conversa, e sim, aquele 'oi' dito no meio da rua, geralmente na correria do dia-a-dia, e que, justamente, não precedia conversa nenhuma, era um 'oi' e só. E então ela sabiamente disse: - Ah! Ainda assim é um cumprimento. A essa minha amiga e a todos que como ela pensaram: “Puxa, que idiota!”, que fique claro, eu sei o que é um cumprimento. E eu não disse que não era um cumprimento, nem perguntei 'O que é?' e sim 'Pra que serve esse oi?'
É como se tivessemos uma necessidade de afirmar que conhecemos outras pessoas, como se tivessemos que mostrar pra todo mundo que falamos com a nossa lista do Orkut.
Cansado dessa mesmice, tô pensando em inovar. Agora quando ver alguém vou dizer: 'Como vai Galisteu?' ou então: 'Eu sou fã do SBT!

sábado, 31 de maio de 2008

O medo de errar.

Eu sei que quase sempre tenho uma opinião meio própria demais sobre algumas coisas. E uma delas é sobre o erro. Conversando com uma amiga sobre isso, ela me disse que 'ninguém gosta de errar na frente dos outros, que é normal você não fazer algo que possivelmente resulte em erro por vergonha de errar na frente dos outros'. Tudo bem, eu até concordo. E é sobre isso que eu quero falar, quando o erro deixa de ser uma tentativa de aprendizado e vira uma redenção, um castigo.
O problema não é quem não gosta de errar, e sim, quem não se permite errar. Explico: Quem não gosta de errar, faz o que tem que fazer mesmo sendo passível de erros; Já quem não se permite errar, não. Não tô dizendo que alguém tenha que ficar feliz por errar, não é isso. Estou dizendo que o aprendizado faz parte da vida, e só acerta quem já errou um dia. Logo, se você não se permite errar, deixa que a vergonha de errar na frente de alguém ou até na frente de si mesmo, você acaba não aprendendo. Ou aprende pela metade.
Medo de errar é coisa que vem com o tempo. Se não tivessemos nos permitido errar quando pequenos, não teríamos nos arriscado a pronunciar as primeiras palavras. Ou não daríamos os primeiros passos. Se não nos permitíssemos arriscar, não andaríamos de carro, ou nem mesmo chegaríamos a lua – não que eu tenha ido a lua ultimamente, mas foi por falta de vontade mesmo. Não deixe que a vergonha ou o medo te impeça de fazer o que se tem vontade. E nem tenha medo e vergonha de admitir que não sabe, logo, erra.
E por fim, aonde eu quero chegar com isso tudo? Só queria dizer que errar faz parte e nunca é bom, mas é necessário para o progresso. Por fim, não goste nunca de errar, mas não se envergonhe do erro e se permita errar sempre.
Afinal, se nascessemos perfeitos, não nos chamaríamos humanos.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Caneta Bic !

A atriz Samantha Schmütz que, entre outros, interpreta o personagem Juninho Play no Zorra Total, conta a história da caneta Bic.



ps: Desculpa a ausência, mas se coloquem no meu lugar e pensem no quanto é desestimulante você escrever e não ter nenhum comentário? Fica o recado.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Uma coisa e uma besteira:

- O que está havendo com o Orkut? Eu gostava dele porque eu colocava umas fotos, mandava uns recados e uns depoimentos e ficava por isso mesmo... Coisa assim, simples, sem muita sofisticação, um visual meia boca e azul.
Mas o que está havendo com o Orkut? Cada dia que abro o Orkut sou surpreendido com uma novidade. Ora o layout está diferente, ora o álbum está diferente, ora os scraps estão diferentes... E quando parece que não tem mais o que inventar, ele começa a fazer parcerias: Orkut & Celular. Se bem me lembro, a primeira operadora a aderir foi a Claro. Você assinava alguma coisa e podia mandar scraps por mensagem de texto por celular. Outras operadoras até aderiram, mas isso não fez muito sucesso aqui no Brasil. Ou melhor, não faz, porque ainda existe, eu acho. E assim foi indo. Teve uma vez também que abri meu Orkut e minhas fotos estavam invertidas, a última era a primeira e a primeira era a última. Pra quê, caro Orkut?
Confesso também que eu mesmo pertubei meu amigo Orkut pelo aumento de fotos no álbum. 12 era pouco, eu achava. Aí ele foi indo: 25, 50, 100... 1000 fotos! Caraca, na gíria popular, paguei pela língua. Quem consegue e tem paciência pra ver 1.000 fotos de alguém?
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Depois da mulher melancia, mulher melão, mulher jaca e mulher rodízio, Ronaldo Fenômeno descobriu um novo tipo de mulher: a Mulher Banana! ( que absurdo... )

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Tá liberado geral!

Eu odeio aquelas letras de confirmação. Você que me lê, provavelmente conhece. E claro, também odeia. E isso me deixa muito feliz!
Odiar aquelas letras de confirmação virou costume de 9 entre 10 internautas ( parece até comercial daquela pasta 'Sensodyne' ). Você descobriu um site sensacional e comenta com seu amigo ou amiga. No final da conversa, ele(a) fala:
- Que maneiro! Me passa ele!
- Ok, te mando por Orkut.
Aí você chega em casa, entra no Orkut, cola o link na página de recados do sujeito, apertar enviar e de repente surge... as letras de confirmação!
Você ouve aquela música bacana, entra no Vagalume, na hora que clica na versão para impressão, surge... as letras de confirmação!
Tem coisa mais corta clima que letra de confirmação?
E é contra essas pequenas irritações do nosso dia-a-dia que o Revolutear luta!
A Oi desbloqueou o celular. É por isso, pensando em você, - e graças ao auxílio da Julia - que agora o blog desbloqueou os comentários. Isso mesmo!
Agora você não precisa digitar aquelas letrinhas pequeninas, irritantes e coloridas para deixar registrada a sua opinião. Seu comentário é rápido, fácil e claro, sempre muito importante!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Uma vida que vale a pena.

A uns tempos atrás, a uns dois anos mais ou menos, no meu aniversário de 15 anos, uma amiga me presenteou com um livro muito bom. No início achei que fosse um livro de auto-ajuda, por causa do título ( A Roda da Vida, em português ). Aí fui lendo a parte de fora, fui olhando a capa e vi que era uma biografia... Biografias costumam ser desinteressantes. Quer dizer, pelo menos pra mim. Acho que a maioria das biografias que tem por aí não deveriam nem terem sido escritas. Não sei, mas tenho a impressão que essas pessoas não tem uma vida suficientemente legal para serem escritas e mostradas. Então, quando vi que era uma biografia, fiquei já meio receoso. Será que essa era uma vida interessante a ponto de ter um livro sobre ela? Ou seria só mais um desses que falam, falam e nada dizem?
Quando comecei a ler, percebi que a autora contava a própria história. Parece prepotente passar 320 páginas falando de você não é? Mas não é.
Elisabeth Kübler-Ross, a autora, consegue em 320 páginas nos levar na vida dela, como se estivessemos ali, jantando com ela, suas irmãs e seus pais. Descreve sua infância na Suíça, e de como acontece as coisas por lá. Aliás, as coisas por lá acontecem. ( O Brasil podia tomar umas aulinhas de Educação com a Suíça, por falar nisso )
As convicções que enfrentaram dogmas, preconceitos e críticas, já estavam presentes na menina suíça, quando a jovem Elisabeth se viu pela primeira vez diante das injustiças do mundo e jurou acabar com elas.
Em uma cultura determinada a varrer a morte para debaixo do tapete e escondê-la ali, Kübler-Ross desafiou o senso comum ao trazer e expor essa etapa final da existência para que não tivéssemos mais medo dela.
Sua história é uma aventura do coração, vigorosa, controvertida, inspiradora, um legado à altura de uma vida extraordinária.

Trecho do livro:

“As pessoas sempre me perguntam como é a morte. Digo-lhes que é sublime. É a coisa mais fácil que terão que fazer. A vida é dura. A vida é luta. Viver é como ir à escola. Dão a você muitas lições a estudar. Quanto mais você aprende, mais difíceis ficam as lições. Quando aprendemos as lições, a dor se vai.”
“Sei muito pouco sobre a filosofia da reencarnação. Não foi o tipo de educação que recebi. Mas sei agora que existem mistérios da mente, da psiquê, do espírito, que não podem ser examinados em microscópios ou testados com reações químicas. Com o tempo, saberei mais. Com o tempo, vou compreender.”

Uma médica cardiologista que passa a vida com doentes terminais e escreve um livro sobre a morte.
É acima de tudo, uma história de inspiração.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Fica ligado que o Chefe tá de olho!

Um em cada cinco executivos busca informações sobre candidatos. Cerca de 60% deles admitem que esses dados influenciam na contratação.

As empresas contam cada vez mais com a internet antes de contratar novos funcionários - Orkut, blogs e buscas podem funcionar como aliados na hora de descobrir aquilo que o candidato não divulga. Um estudo da empresa de rede social para profissionais Viadeo indica que um em cada cinco executivos procura na web informações sobre pessoas que participam de processos seletivos; 59% desses tomadores de decisão admitem que esses dados influenciam na hora de contratar.

De acordo com o site de tecnologia "ZDNet", que teve acesso ao relatório, 25% dos funcionários da área de recursos humanos já rejeitaram candidatos com base em informações divulgadas on-line. Por outro lado, os internautas continuam ignorando esse tipo de banco de dados, divulgando em sites de relacionamento, blogs ou outras páginas informações que podem prejudicá-los na hora de conseguir um emprego.

O estudo também indica que, em 13% dos casos, o RH optou por contratar pessoas depois de encontrar na internet informações positivas a seu respeito -- isso inclui conquistas ainda desconhecidas para os contratantes e também habilidades demonstradas em sites que haviam sido omitidas durante entrevistas.

"A popularização de ferramentas de busca, como o Google, significa que empregadores em potencial estão a apenas alguns cliques de informações sobre você", afirmou Peter Cunningham, gerente da Viadeo no Reino Unido, ao "ZDNet". Para chegar aos resultados, a pesquisa fez mais de 2,6 mil entrevistas via internet.
Fonte: G1

É meus queridos leitores, a internet deixou a algum tempo de ser um 'mundo virtual' e está cada vez mais se tornando real. Enquanto uns dirão 'Oba!', outros ficarão tristes com a idéia. É cada um com seu cada um, né?

terça-feira, 15 de abril de 2008

Nós na fita é sempre muito bom !

A maioria que por aqui passa deve conhecer. Mas sem dúvidas, vale a pena ver ( ou rever ) quantas vezes forem possíveis...
Dispensa qualquer comentário, aperte play e morra de rir. E claro, acompanha a agenda da peça pra ver quando vai passar na sua cidade!



Esse é sobre a relação homem x mulher



( Deixo claro que o Blog é contra a pirataria e que o vídeo a ser postado deve ser encarado como divulgação, ok? )