segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Amanhecer

 Naquela hora, sem explicação, desabei em choro. Olhando aquela vastidão, sentia as lágrimas escorrerem. E cada uma que caia, caia por todas aquelas que deveriam, mas não puderam cair. Ali, cada gota era uma imensidão: de sentimento, de sentido, de mim.
 Ali, eu não era um, era tudo. Agora, sou oco. E o mundo, também.

3 comentários:

Clara disse...

às vezes o vazio é solidão, e às vezes é tranquilidade, leveza.
Não ter nem ser nada...
Existe maior liberdade?

Emanuella disse...

Que lindo esse post, você esta mais profundo na 'sentimentalidade', esta otimo como expressa!

Ilca disse...

Hummmmm.....sei bem o que é isso!!!