terça-feira, 10 de novembro de 2009

Felicidade sem fim

Hoje acordei com uma felicidade sem fim. Não que não tivesse fim, sabia que em algum momento chegaria algo pisando no calo da minha alegria, mas naquele momento me pareceu infinito. E ao mesmo tempo, era tanta felicidade, que não cabia dentro de mim. Aliás, era felicidade demais pra guardar só pra mim. E então fui deixando sair, aos poucos, aquela sensação gostosa, aquele riso solto, aquela leveza nos ombros... Que minha alegria atingisse o vizinho da outra casa, da outra rua, do outro país, do outro mundo. E então fui deixando que toda aquela minha alegria se espalhasse pelo bairro, país, planeta, espaço. Foi tanta, tanta alegria que tinha em mim, que saiu tudo. O mundo continua a mesma coisa, exceto eu, que agora estou triste.

2 comentários:

Anônimo disse...

estranho, mas essa sua felicidade acaba de me atingir, só de ler seu texto e lembrar de como é estar com essa leveza ! voce escreve muito bem!

e eu não sumi. he !

Emanuella disse...

por incrivel que pareça por um momento achei que fosse a Martha medeiros, mais logo reconheci você!
Nossa que sensação boa de sentir!
E contagiante mesmo você vai lendo e vai sorrindo junto..ahahah !